Está voltando!

Aguarde novo conteúdo.
Em Julho!
Blog em reforma

quarta-feira, janeiro 10, 2018

Cloth Doll, o Boneca de Pano #Make


   O artesão preparou o Boneca de Pano com o melhor enchimento. Nada de algodão, palha ou qualquer pena de ave, o enchimento era vida mesmo, sentimentos e muito Amor, inclusive Amor próprio! Ah, e sua utilidade não era nada parecida com a de servir para que espetassem agulhas e alfinetes, o Boneca de Pano era quem espetava nos outros tudo o que vinha para ele.








terça-feira, setembro 19, 2017

#HappyBirthdayHermione e #NãoMeCuraPFV (via Twitter)


   Pra quem se liga no Twitter sabe que a rede é bastante vasta de informações e um ótimo lugar para interagir com pessoas de opiniões semelhantes ou totalmente diferentes. Um ótimo meio de se envolver nas postagens é usando as Hashtags "#" do dia.

   Nessa terça-feira de 19 de Setembro de 2017 ainda vigoram os post's sobre o absurdo da determinação da justiça brasileira sobre a homossexualidade ser uma doença, e na mesma rede comemora-se os trinta e oito anos da bruxinha irritante sabe-tudo Hermione Granger!






sexta-feira, setembro 01, 2017

All was well - #BackToHogwarts


"A cicatriz não incomodara Harry nos últimos dezenove anos. Tudo estava bem."
ALL WAS WELL

Os "dezenove anos depois" é hoje!
1º de Setembro de 2017

#BackToHogwarts

Albus Severus Potter está em Hogwarts e, provavelmente, já foi selecionado para a Sonserina...





quarta-feira, agosto 30, 2017

"Ele sempre decorava os finais dos contos" - Miguel Rodrigues

O autor escreve sob pseudônimo de Miguel Rodrigues 


Eu sabia que iria acontecer de novo porque todas às vezes começava daquele jeito. E depois que ele descobriu como instigar, tinha a satisfação de não perder nenhuma chance de ir até o fim quando começasse.
Logo se tornou o prazer dele, dar prazer a mim.
Quando olhei para além de nós, ainda deitado sobre o peito dele depois de mais um episódio nosso, eu vi os livros jogados pelo chão. Dessa vez ele havia lido um conto pequeno de um livro particularmente grande, um conto chamado "Flor de Cerrado".
Era quase difícil de acreditar que aquelas mãos, que agora corriam sobre minhas costas e acariciavam meus cabelos, estavam há algum tempo com um livro entre elas. Mas agora eu era o livro. Agora eu era lido.           
Antes de se levantar e ir até a cozinha ele me puxou e me beijou novamente. Não se deu ao trabalho de se cobrir com nada. Passou pela suas roupas no chão e nem se quer as colocou sobre a cômoda, saiu pisando sobre elas. Então eu me lembro: daquela calça branca que ele vestia quando chegou, e de sua camisa azul bem passada que antes tinham todos os botões e nem um lugar amassado.
Quando ele ainda as estava vestindo, me lembro dele me chamando para o quarto, - se eu já tivesse lido o conto que ele leu essa noite, eu teria concordado muito antes que "o medo nasce no estômago como uma flor de cerrado"-. Cheguei. Me sentei num canto da cama e ele se sentou na cadeira a frente dela.
Ele se sentou de pernas abertas e olhou pra mim. Ah, como isso me enlouquece. Ver um homem sentado numa forma como se me chamasse para sentar nele. Ele sabia que aquilo me excitava e por isso era sempre assim que ele começava.
Depois de assistir minha alteração, aquele homem enlouquecedor simplesmente tirou o sinto e deixou os botões da calça abertos. Minha vontade era de correr até o seu colo, mas eu precisava esperar. Tudo ficaria muito melhor em pouco tempo, e ficou. Ele pegou um livro grande, dessa vez era um de capa amarela, o abriu procurando uma página que ele com certeza já tinha marcado, mas era o prazer de ver minha mostra de descontrole.
Então, ao achar a página, ele começou a ler. Era sempre um conto erótico, e dessa vez não foi diferente.
"Esfrega, vaca. Pega nele, toca, anda", ele lia. Às vezes tirava os olhos da página para verificar minha situação, e então continuava a leitura.
"Os olhos dele entornavam, a boca deixava escapar um sorriso, os braços pendiam sem forças, anestesiados por um prazer incógnito.", nesse ponto da leitura eu já estava descontrolado, pronto para pular sobre ele e fazer tudo o que ele quisesse, mas ele continuava a leitura. Eu já não queria mais que ele lesse pra mim. Eu queria ser lido. Queria logo partir das palavras do livro para as palavras que diríamos..que gritaríamos nós mesmos, um para o outro. Mas eu tinha que esperar. Ele estava terminando e eu já estava num ponto alto de tesão.
Olhando pra ele eu vi que também estava excitado, seu pênis fazendo o volume ultrapassar os botões abertos da calça. E então ele desabotoou parte da camisa, ainda segurando o livro aberto com uma das mãos, a qualquer momento ele terminaria a leitura com a última frase já decorada - ele sempre decorava o final da leitura – e então seria nossa vez.
Vi o livro caindo no chão quando ele o soltou. E nós dois sabíamos que quando ele terminasse de recitar o final do conto já decorado – ELE SEMPRE DECORAVA OS FINAIS DOS CONTOS – nós começaríamos. Recitando devagar, ele descalçou os sapatos... arrancou as meias... tirou a calça. Vindo sobre mim ele disse as ultimas palavras do conto: “Ele podia ter me matado, eu sei. Ele bem que podia ter me salvado.”. 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...