Aviso importante!

Blog em reforma!

96 das 230 postagens já foram revisadas e já estão disponíveis na linha do blog.
As revisões continuarão!
Por enquanto, as demais postagens seguem alteradas para rascunho e serão publicadas assim que forem sendo revisadas.


Última atualização: 1° Agosto de 2018 - 21h59


Veja algumas fotos da minha atuação na peça Canto Para Woyzeck



terça-feira, março 17, 2020

quando você ainda não sabe muito bem usar suas asas

El Costa - Gabryel Costa

   Nesse momento eu discirno que não estou sorrindo e escrevendo, mas sim que sou tão inteiramente sorriso que até os meus dedos sorriem ao digitar esta declaração.
   Trabalhei na mesma empresa durante 6 anos, 4 meses e 14 dias, dessa experiência não trago apenas a paciência e o acúmulo da rotina – antes fosse -, dela carrego bençãos, dádivas mesmo. Ao leitor pode parecer até que lá era um mar de rosas, talvez fosse, talvez não, mas o que acontecia ali não era nem de longe, muito menos de perto, um inferno. Era uma preparação a entrada ao céu, e para entrar no céu não é para ser fácil.
   O amadurecimento veio com as responsabilidades, das responsabilidades a confiança, na confiança a intimidade, da intimidade a liberdade – essa que as vezes pode ser traiçoeira. Mas até que não. Não foi traiçoeira. Foi mais um amor mesmo, e o amor as vezes dói, mas voltemos ao amadurecimento para tornar o circuito fechado: o amor, que é complexo, é matéria para o amadurecimento.
   Sobre esse tanto tempo passado, aprender a voar mesmo parecendo estar enjaulado é essencial. Para mim uma obrigação. Eu me obrigava. Recebi todo o apoio e disso uma nova percepção: jaula imaginária só existe se infelizmente não pudermos enxergar o porto seguro como ele é, um lugar para se fixar e voltar quando você ainda não sabe muito bem usar suas asas.
   Minhas penas frequentemente caiam e voar chegou a parecer utopia. Mas ali mesmo havia voadores formados dispostos a me fazer olhar para o céu, sempre, é claro, não me esquecendo das minhas responsabilidades em terra firme.
   Eu aprendi a usar minhas asas. Aos poucos. Ainda preciso de mais habilidade, mas estou voando. Em 28 de Fevereiro de 2020 eu dei o meu último voo no lugar seguro, dali me joguei pelo ar e barrei o vento de me levar porque eu bem sabia onde eu queria pousar. Hoje, 17 de Março de 2020, depois de não tanto tempo de procura, mas de muito tempo de preparação, estou aterrissando num novo porto, não para me acomodar, não para me enjaular, não para fazer dele um porto seguro. Ali, é o que pretendo e ei de fazê-lo, irei usar minhas asas para fazerem voar, não só a mim mesmo, mas a tudo o que eu puder e tudo o que eu tocar.

Assinado: Futuro redator Gabryel Costa (El Costa)

sábado, dezembro 28, 2019

Um registro para reflexão sobre um ano inteiro em três partes




Primeiro é preciso que eu pare e olhe fixamente para dentro, um olhar de lembranças para resgatar todos os principais acontecimentos que formaram o meu 2019. 
Mas foram tantos! Então vou resgatar os principais dos principais. 
O ano começou no mar, eu todo de rosa, uma aliança no dedo e uma parceria falida que se foi com as ondas. Feliz ano novo e liberdade! Até o teatro me soltou. Depois de 3 anos e meio finalmente a minha formatura, DRT na mão, chororô, bebidas, PTzão, casamento do irmãozinho e muita curtição. 
Caramba! Tanta liberdade me sufoca e eu nem sabia que isso era possível. 
Não iria durar. Primeira descoberta desse ano: eu não consigo viver sem ter mil e uma responsabilidades. 
A faculdade de Comunicação Social começou, reacendeu minha energia de ser e aparecer, de aprender e ensinar e de fazer amigos. Tantos amigos. Mais + dos melhores! 
E a primeira parte de 2019 terminou novamente no mar, mas se algo se foi com as ondas no início desse ano, talvez o oceano tenha me dado de presente uma descoberta de alerta para mim, sobre mim mesmo. 
Olha só, um tumor! 
Jogar uma aliança às águas talvez tenha sido um casamento com o mar. 



O ano já não era mais tão novo, as cores já não estavam mais tão vivas, as pessoas pareciam mais distantes e eu cada vez mais me perdia. 
Em meio ao furacão, descobri que dá para encontrar ouro em meio aos destroços. 
Comecei a liderar projetos na faculdade, escrevi minhas maiores histórias, finalmente dei importância à minha inclinação à escrita, encontrei motivação nos aliados. Mais amizades! Mais contatos! Reconhecimentos. E rolêzinhos toda a semana. 
Mas, por um tempo, toda a semana também uma visita aos hospitais. Exames, consultas, re-agendamentos. 
O ouro no furacão foram as pessoas ao meu lado, as novas amizades que estão tão firmes que parecem ter mais tempo que as velhas. Também foram os familiares, as demonstrações de carinho, foi o respeito quando eu não queria falar nada sobre meus problemas, foram os “amigos” que se foram e não os quero de volta, foi a faculdade e o reconhecimento do trabalho que fiz com mais 6 pessoas. Eu estava no caminho certo! 
Tudo ainda podia dar certo e nenhum problema poderia ser mais forte do que eu. 



Tudo ainda podia dar certo e nenhum problema poderia ser mais forte do que eu, por isso eu olhei para todo esse ano louco e sorri.
O ano já não era mais tão novo porque haviam se passado 7 meses. As cores não estavam mais tão vivas porque precisavam ser modificadas ou realçadas. Ninguém estava mais distante do que àqueles que eu queria longe. Eu não estava perdido, eu havia me encontrado como nunca.
As férias me fizeram reformar meu quarto, deixando o colorido dar lugar ao branco, mas o quarto estava grande demais só para mim, então agora vivem eu e mais 3 porquinhos-da-índia. Outro semestre na faculdade começou e junto com ele, mais envolvimento. Mais projetos! Mais amigos! Mais trabalhos! Mais uma liderança!
Às vezes a vida insiste que a gente tem que sofrer um pouquinho, então, dessa vez foi mais físico, mas melhor para mim. Cirurgia.
Eu já não tinha mais um tumor! Mas ainda não sabia do resto. Eu já não tinha mais meu melhor professor, mas eu tinha uma inspiração a seguir. Viva! Faculdade: mais um reconhecimento pelo trabalho que fiz com mais 5 pessoas! Tumor: até agora, benigno. Arte: olha só, atuei num curta. Família: alguns não são família.
Finalizo esse post e esse ano feliz por mim e triste por outros. Gostaria que as pessoas mais importantes da minha vida estivessem tão bem como estou, porque uma parte de mim está sofrendo por eles, mas sei que tudo vai ficar bem.
2019 finaliza, 2020 está já no “start” e tudo o que desejo são pessoas boas aos meu lado e a felicidade delas. Termino por aqui com um cheiro e um sentimento de satisfação. Aprendi muitas coisas esse ano, mas o mais importante é que “eu não sei amar com metade do coração”, ao que digo que: eu não sei amar pela metade, eu preciso e só aceito amar com o coração inteiro, da mesma forma que não posso ser hipócrita e dizer que não sei “desamar”.



Postagem para o Instagram: https://www.instagram.com/instaelcosta/


quinta-feira, junho 06, 2019

Sobre meu primeiro semestre na FPAC - Grupo Exosfera

Evelin Giovanelli, Gabriel Lupiani, Giovanna Castino, Eu (Gabryel Costa), Jackelyne Santos, Fabíola Bispo, Gabriel Machado.


   Um semestre inteiro de Grupo Exosfera, formado por integrantes com personalidades que, incrivelmente, se encaixaram e constituíram um resultado de reconhecimento.
   Liderar essa equipe foi um ensinamento que me iniciou num novo ciclo de reencontro para uma paixão adormecida, se reacendendo pela força de um trabalho coletivo. O diferencial dessa integração é que não tentávamos ser nada para ninguém, antes estávamos a ser para nós mesmos, a nos orgulhar de nosso esforço e encontrar no cansaço o orgulho, porque se nos cansamos, é porque produzimos.
   Nosso foco principal, além de aprender, sempre foi a diversão, e quando apareciam prazos, o relógio nunca foi um obstáculo.
   Uns, mais do que outros, dormiram tarde da noite para acordar cedo de manhã. Outros dormiram bastante, mas quando acordados, o cérebro trabalhou junto com o coração. Em cada diferença de modo de trabalho, um choque de sorrisos. Em cada semelhança, um aperto de mão e um nobre improviso.
   Uma detinha o poder das palavras na escrita, a outra era dona das palavras na fala. Enquanto um era perito em dados, pesquisas e estudos, o outro fazia tudo de olhos fechados, brincando na corda bamba, sem nunca cair dela. A mais falante era também a mais madura para sua idade, enquanto a madura em personalidade era a rainha em dizer pouco, mas dizer com importância. E sobre aquele que ainda não mencionei, esse foi o que enxergou, em cada um deles, o que tinham de melhor, e trabalhou para que, um a um, se enxergassem e reafirmassem do que eram capazes.
   E é disso que é feito um grupo, de aceitar e entender uns aos outros. De não cobrar por conta do relógio, mas de cobrar por conta de si mesmo. De não fazer porque tem que cumprir, mas de realizar porque é hora de aprender, colocar a mão na massa e dizer “eu consegui”.
   Nada menos que o arraso!
   Como sempre dissemos: O Exosfera é de dar um passo de cada vez, mas quando dado, que seja grande e produtivo.

Postagem: @Instaelcosta

quarta-feira, março 20, 2019

Whatsapp Vermelho - Um adeus, "todos os que chegam e partem"



"Siga meu conselho também: as pessoas não vão ser sempre da forma que queremos que sejam. Precisamos nos moldar um pouco a entendê-las. E se quando as entendermos, enxergarmos que não há como entrar nos moldes delas, e nem elas nos nossos, então saberemos que ali pode se estar pedindo um ponto final." 11:32

"Eu queria me moldar a você, cuidar de você, deixar que você tomasse conta de mim, mas há intolerâncias entre nós. Eu, por exemplo, não tolero conversas de meias (poucas) palavras e você não tolera perguntas/desculpas - a priori, tudo você entende como desculpa" 11:35

"Nós não temos o encaixe correto um com o outro e não somos capazes de nos moldar a tê-los" 11:36

"Talvez possamos ser bons amigos ou nunca mais nos falarmos daqui pra frente" 11:36

"Foi bom até aqui! E foi bom terminar antes de realmente começar. Se fosse mais pra frente, talvez doesse, mas o bom de ter acontecido agora é que a gente só vai sentir algumas ou nenhuma fagulha" 11:37

"Um grande beijo a você e sinta meu abraço." 11:37

"Quem sabe algum dia aconteça de nos esbarrarmos por ai e darmos boas risadas de tudo isso, ou talvez apenas nos cumprimentemos cordialmente ou, menos provável, nos ignoremos..." 11:38

"Há bilhões de pessoas por ai, e pode ser que nunca, nem por acaso, nos encontremos. E tudo bem. Carregaremos um pouquinho da vida que tivemos em nós como acontece com todos os que chegam e partem." 11:39

"Bom dia!" 11:39

terça-feira, fevereiro 05, 2019

Esse algo é o extremismo



Não sou machista, nem feminista.
Não sou Juiz. Não sou vitima.
Percebendo meus preconceitos, eu luto todos os dias para quebrá-los.
Busco o respeito e respeitar.
Já o extremismo foge do respeito. É uma venda nos olhos que cega as próprias atitudes.
Tenho medo do extremismo.
Tenho raiva.
Se tem algo que não vou conseguir respeitar na vida, esse algo é o extremismo.



(postagem no facebook) • (postagem no Twitter)

quarta-feira, março 16, 2016

#EuJuroQueEuTenho - Revival

Mal posso esperar para começar a ler essa obra que fascinou tantos leitores. Pelo que ouvi dizer e li por ai, talvez a leitura emperre em algumas partes, mas o que eu quero mesmo é não parar de ler até chegar no final fascinante que é tão falado por todos.

E assim cumpre-se mais um desejo da coluna #EuJuroQueEuQuero

"A ideia para este livro está na minha cabeça desde que eu era criança. Frankestein, de Mary Shelley, foi uma grande inspiração para mim. Eu queria criar uma história o mais humana possível, porque a melhor maneira de assustar o leitor é fazê-lo gostar dos personagens." - Stephen King em entrevista para a revista Rolling Stone



sexta-feira, março 11, 2016

#EuJuroQueEuQuero 8 - Revival, de Stephen King


Stephen King ainda continua sendo o autor que mais me fascina.


Sempre que estou numa livraria, a primeira sessão que procuro é a que estão os livros do rei e foi em uma dessas vezes que eu acabei me deparando com REVIVAL.

Como não querer ler um livro em que o próprio autor comentou que foi um dos livros mais assustadores que já escreveu? Sem contar que, em todas as resenhas que eu li sobre o livro, vi que Revival promete aos seus leitores um final deslumbrante e cheio de impacto.

"Disseram-me que o inferno é um paraíso perto do que Revival sugere"





terça-feira, março 10, 2015

Diário catastrófico: Determinado


10 de março de 2015

Sinto muito, mas...
 
Mesmo sabendo que tenho que deixá-lo ir, eu não deixarei! E minha cabeça me confunde.
 
Estou determinado a empurrar nossa amizade até quando eu não conseguir mais, e chegando no limite, irei me exigir ao extremo.

Odeio fazer assim.

Preciso de mais oxigênio, pois estou cheio de adrenalina. Acho que estou sendo egoísta, e achar isso está sendo muito turbulento pra mim.
 
Sabe! Ele foi enviado dos céus, não caiu de lá.
Ele não é um demônio, ele foi enviado, não jogado. Preciso dele porquê ele é essencial pra mim.

Sigo determinado a tê-lo porque isso é amor de amigos. 
Precisamos deixar isso fluir. E preciso que ele me suporte um pouco mais.. e mais um pouco.. e ainda mais! 
 
De-Determinate ♫
 
Com determinação,
Gabryel Fellipe F. Costa
*baseado na realidade da música Determinade dos Lemonade Mouth
 
 
Porque sempre acontecem catástrofes em nossa trajetória de vida, afinal, todos temos o nosso diário catastrófico, e esse é para me fazer crescer mais, e melhor. 
 
 

sexta-feira, fevereiro 13, 2015

Sexta-feira treze de um ser normal-estranho


Numa sexta-feira treze minha mãe me falou que é uma bruxa, 
minha avó comprovou ser biruta, 
e meu irmão revelou que não gosta da "fruta".

Numa sexta-feira treze eu acordei de madrugada, 
com uma perna enrolada,
numa mulher muito mal humorada.

Numa sexta-feira treze engoli comida ruim,
uma menina doou um rim,
e morreu afim de mim.

Numa sexta-feira treze eu desejei virar gente,
comprei até um pente,
e coloquei ouro no dente.

Numa sexta-feira treze eu fui a um cemitério,
porque senti cheiro de mistério,
e encontrei meu pai cometendo adultério.

Dai a sexta-feira treze acabou,
mas em mim ninguém acreditou,
que essa foi a primeira sexta-feira treze que muito me agradou.

Gabryel Fellipe F. Costa
 

quinta-feira, janeiro 15, 2015

Diário catastrófico: Nunca levei uma facada de verdade



Já escrevi uma vez, aqui mesmo no blog , que tenho medo de falar coisas certas e medo de ouvir coisas erradas, e quando fui tentar resolver um problema que estava crescendo, só ouvi sobre incertezas e acabei falando palavras que doeram como facadas, tanto em mim quanto no outro.

A verdade é que eu cheguei a ficar com raiva de uma certa união que me envolvia.
Toda aquela cordialidade entre nós estava me sufocando e me deixando maluco.
Pra que aquilo não crescesse, eu fui tentar dar um jeito para que nada se transformasse numa maior revolta, mas cresceu, e foi como se uma avalanche tivesse se formado e pegou nós dois de surpresa.

Eu super reconheço que entre as minhas amizades, o que existe sem pestanejo é um desejo que temos em comum, isso é o que forma minhas amizades fortes. Ou seja, Quanto maior for o desejo em comum que tivermos, maior e mais forte é essa amizade.
Talvez a pessoa desejar sabedoria seja o que mais me importa a ser amigo dela, mas perceber que um amigo está confundindo ser sábio com ser medroso, não é algo que dá pra eu engolir com carinho.

Prudência demais irrita. Acho que irrita a todo mundo.
Afinal'zão, ser prudente é uma coisa, ser covarde é outra, totalmente diferente.

Talvez ser sábio e ser corajoso não façam parte do mesmo pacote.


Com imprudência,
Gabryel Fellipe F. Costa

Porque sempre acontecem catástrofes em nossa trajetória de vida, afinal, todos temos o nosso diário catastrófico, e esse é para me fazer crescer mais, e melhor.


quarta-feira, outubro 29, 2014

Diário catastrófico: Uma vítima voluntária



29 de outubro de 2014

quando eu era pequeno me fizeram chorar.
um choro sentido, cheio de significados.
eu ainda não tinha coragem pra dizer "para".
então o que eu podia fazer era, simplesmente, me afastar e fugir.

enquanto fui crescendo, eu continuei me afastando,
mas nesse tempo eu comecei a amadurecer.
talvez crescer com o sentimento de ódio e medo tenha sido muito ruim pra mim.
mas enfim eu amadureci.

quando retornei foi diferente,
na primeira vez que deixei o medo de lado, a coragem se apossou de mim.
mas ainda hoje não esqueço daqueles dias.
eu era a vítima porque eu deixava.

Com apreciação,
Gabryel Fellipe F. Costa


Por todos os cantos existem as chamadas "vítimas voluntárias".
Elas podem ser encontradas dentro de algumas famílias, no canto de uma sala de aula, em algum grupo religioso, enfim. Não é difícil de encontrá-las.
Para identificar uma, é só observar naquelas que sofrem caladas e aceitam tudo de cabeça baixa, mas são expert em fingir. E todo esse fingimento será a matéria mais avançada para eles e que demonstrará ótimos resultados quando a vitima voluntária acabar explodindo e recebendo a coragem como troféu.
Acredita-se que todos, um dia, já foram vítimas voluntárias.


Porque sempre acontecem catástrofes em nossa trajetória de vida, afinal, todos temos o nosso diário catastrófico, e esse é para me fazer crescer mais, e melhor.

sexta-feira, setembro 19, 2014

[Foto Resenha] Se eu ficar (If I stay) - Gayle Forman

Depois de várias ideias eu finalmente encontrei um modo de modificar as coisas aqui no blog!
Vou começar os testes de escrever resenhas em forma de infografia.

Para iniciar o #FotoResenha vou começar info grafando sobre o livro Se eu Ficar, da autora Gayle Forman, livro que, inclusive, já ganhou adaptações para os cinemas.


E eu chorei!
Tirei uma estrela pelo motivo de vários "De repente e aconteceu", como por exemplo da hora do acidente. NÃO É SPOILER. Outro ponto negativo são os desenhos das claves nas páginas ímpares, achei desnecessário e agonizante.

Agora eu espero a opinião de vocês, devo continuar com esse formato de Resenha? O que acharam?

quinta-feira, agosto 14, 2014

Sobre a Conclusão: A Esperança (Hunger Games - Mockingjay) - Suzanne Collins

O que eles querem é que eu assuma verdadeiramente o papel que designaram para mim. O símbolo da revolução. O Tordo. Não é suficiente o que fiz no passado, desafiando a Capital nos Jogos, fornecendo um ponto de reorganização. Devo agora tornar-me a líder real, o rosto, a voz, o corpo da revolução.

O Corpo da revolução.
Essa foi Katniss Everdeen desde o inicio da trilogia, indo contra todo um sistema e lutando com todas as forças necessárias para um bem maior.

Não é nada fácil falar sobre o fim de uma trilogia. E falar de A Esperança me deixa deprimido.

Este último livro da trilogia Jogos Vorazes traz ao leitor voraz uma série de danos ao coração que se deixou tocar pelos livros.

Desde o primeiro livro a série começa com uma garota se voluntariando como tributo para ir, no lugar de sua irmã, para uma arena lutar pela sua própria vida. Uma arena onde terão vinte quatro tributos matando uns aos outros, sabendo que apenas um saíra com vida.
Já no último livro, o final que acontece não é nada cor de rosa. Há vários mortos que deveriam estar vivos e os vivos que queríamos não desfrutam de uma felicidade.

Não se pode esperar, de uma série como Jogos Vorazes, um final de contos de fadas.

Apesar de se tratar de uma trama bastante fora do normal, ainda assim consegue - e poderia muito bem - ser bastante real.

Um luta destruidora pela liberdade da qual nunca se pode confiar por inteiro em quem está com qualquer poder.


Sentirei falta de Katniss Everdeen e Peeta Mellark, e modificando um pouco uma frase dita por Potterheads, escrevo: Quando quiser encontrar motivação para ir contra o que não aceita e usar de amor e garra para conquistar isso, o Tordo sempre estará lá, basta abrir os livros ou assistir aos filmes. Sempre se lembrará e encontrará aconchego junto aos personagens que foram seus amigos por pouco mas eterno tempo.



Leia também a resenha de JOGOS VORAZES  e EM CHAMAS


Que aperto no coração.


segunda-feira, agosto 04, 2014

Agosto, o mês dos ventos



Nos meses de Agosto você deve escolher se firma os pés no chão ou se deixa que o vento te leve.

Em Agosto - como nos outros dezoito “agostos” que eu já vivi - as mudanças são perceptíveis, pois os ventos são notáveis, o sentir é máximo, o ouvir é leve e o respirar é intenso.

Embora pareça fácil, é inútil tentar saber quando o vento virá.
Ele pode até tentar avisar, mas não quer dizer que ele consiga.

Já te foi avisado: Agosto é o mês dos ventos, e ventos significam mudanças. Esteja preparado para eles, ou então, ventos leves te serão como furacões e furacões não trazem mudanças, trazem destruições.

Gabryel Fellipe - Agosto de 2014

quinta-feira, julho 31, 2014

Mais Rowling - Quarenta e nove anos - Vida longa á rainha!



O que seria de mim se naquele momento da minha vida eu não tivesse encontrado um refúgio?


Para iniciar essa postagem, já quero dizer que aqui eu entro um pouco com o meu pessoal, um desabafo quase ministerial.
É sobre o que muitas pessoas maldizem e eu não consigo acatar, sobre opiniões jogadas pra cima de mim de gente que espera que eu mude minha opinião.


Cada um pensa do jeito que achar convincente, mas eu acredito e sigo o pensamento que ninguém, em hipótese alguma, deve criar uma opinião, sobre qualquer coisa que seja, sem conhecer.


Eu cresci no meio evangélico e fui submetido a seguir pensamentos que eu nem sequer acreditava. Muita coisa dita e ensinada eu via mais como uma semente lançada para gerar ódio entre religiões. Mas quando a religião chegou num ponto a querer me proibir de fazer algo me fazia bem, eu não aceitei e dei um basta.


Joanne Kathleen Rowling pode ou não pode ser o que dizem, EU REALMENTE NÃO ME IMPORTO. O que eu me importo mesmo é com os livros que ela escreveu, que são muito mais do que "feitiçaria". São sobre:

• a luta persistente contra o mal;
• onde amigos permanecem amigos até o fim, mesmo com desavenças..
• onde a persistência, a amizade e a coragem são maiores que pré-julgamentos,
• e valem mais que uma palavra mal usada;


Mas...
• as pessoas gostam de focar no mal das coisas;
• ninguém pode fazer sucesso que os religiosos e os invejosos já dizem que é maligno e material de pacto; 


Se há lutas, guerras, magia negra, ódio, me digam um livro que não tem!
Até mesmo "O Senhor dos Anéis" e "As Crônicas de Nárnia", que tem todos essas características, são considerados livros cristãos, baseados na Bíblia.
Mas então surge J.K. Rowling, uma mulher de garra que levou muitos murros e chutes na vida, que sofreu fortemente mas não desistiu de viver, e deu ás crianças do mundo muito mais que um simples prazer, deu a elas um lugar onde pudessem se refugiar e continua dando refúgios á pessoas de todas as idades, escrevendo com e por Amor, para existir Amor, e não para acabar com seus leitores os tornando pessoas piores e "enfeitiçadas".


Se ela é ou não é maligna, eu não sei, e não cabe a mim julgar. Pra mim ela é uma anja que não caiu do céu, mas foi um presente do Criador para me reerguer.


#rowlingmore


Não sou um bruxo mas eu preferia ser.
Porque é mais verdadeiro do que  muito ser humano de merda, ou melhor dizendo: trouxas.


Joanne Kathleen Rowling - 31 de Julho de 1965
49 anos!
Eu te amo, rainha!

domingo, julho 27, 2014

#Resenha - A menina que não sabia ler - John Harding


 "O que eu deveria fazer agora? Ali estava eu, uma garota de 12 anos, órfã, sozinha no mundo, exceto por alguns criados queridos mas estúpidos e, é claro, meu irmãozinho que, longe de poder me ajudar, precisava da minha proteção."

A seguinte frase descreve muito bem esse livro: "Era fantástico demais para qualquer um que não tivesse imaginação."

Florence vive em uma mansão velha e acabada que o livro descreve como "caindo aos pedaços", e como sendo menina, ela é proibida pelo seu tio - qual ela nunca viu - de aprender qualquer tipo de cultura ou desenvolver qualquer intelecto.
A menina vive com sua governanta, a Sra. Grousse, com sua cozinheira, Meg, seu irmão, Giles e seu cocheiro, John. E com apenas doze anos, Flo começa a viver aventuras que sua imaginação nunca poderia inventar.

Escondida em uma biblioteca da mansão, a menina que não sabia ler aprende a ler, sempre cuidando para não ser descoberta por ninguém.
Com o tempo, a vida de Florence começa a dar voltas.

Quando Giles, seu irmão, vai para a escola, a menina começa a duvidar se ele está se encaixando bem no meio de tantos moleques, além da preocupação ela conhece Theo Van Hossier, um garoto magricela que sofre de asma. Mas as aventuras começam mesmo quando sua preceptora, a senhora Whitaker, morre afogada e é substituída pela Sra. Taylor.


Nota:

A menina que não sabia ler só não sabe ler no inicio de livro. Ela aprende tão rápido que não entendo nem porquê o nome do livro é esse (a história não vai falar sobre o desenvolvimento de uma analfabeta aprendendo a ler, e acho que isso foi bom).

Algo ruim sobre o livro, pelo menos pra mim, é que dá pra desconfiar de tudo antes de acontecer. O livro é de muitos mistérios e nem todos eles são explicados, mas dá pra subentender todos nas entrelinhas.

Pontos muito bons da história é que ele menciona muitos assuntos que quem não conhece vai logo procurar e quem já conhece, se identifica e sente medo. Quem já sofreu de paralisia do sono, por exemplo, logo percebe as semelhanças.
O livro também cita autores como Shakespeare e Poe e também menciona o remédio Clorofórmio, o que deixa suas vitimas inconscientes. Ah, também dá pra lembrar um pouco de Babá McPhee, mas é bem mais tenso.

Mas o que o leitor mais precisa estar avisado é que não se pode criar muitas expectativas sobre o livro, principalmente pelo final que ele tem.

"Se ela quisesse uma luta teria uma, não importava que poderes sombrios tivesse à sua disposição. Eu seria a abelha do seu piquenique. Estragaria seus planos. Não desistiria. Não fui feita para isso."



Observação: Li esse livro a pedido de uns leitores que primeiro esperaram minha opinião antes de iniciarem leitura. Os mesmos me enviaram o pdf do livro e eu o li no serviço, nos momentos vagos. Clique aqui para ser encaminhado para o link do Pdf.
PS: Quase desisti do pff porque contêm muitos erros, mas a história até que vale a pena.


sexta-feira, julho 18, 2014

#EuJuroQueEuQuero 7 - Os Três, de Sarah Lotz


Editora: Arqueiro
Ano: 2014
Gênero: Terror, Drama;
Páginas: 400
Sinopse: "Quinta-Feira Negra. O dia que nunca será esquecido. O dia em que quatro aviões caem, quase no mesmo instante, em quatro pontos diferentes do mundo. Há apenas quatro sobreviventes. Três são crianças. Elas emergem dos destroços aparentemente ilesas, mas sofreram uma transformação. A quarta pessoa é Pamela May Donald, que só vive tempo suficiente para deixar um alerta em seu celular: Eles estão aqui. O menino. O menino, vigiem o menino, vigiem as pessoas mortas, ah, meu Deus, elas são tantas... Estão vindo me pegar agora. Vamos todos embora logo. Todos nós. Pastor Len, avise a eles que o menino, não é para ele... Essa mensagem irá mudar completamente o mundo.




Muito comentado em meio a blogosfera, o livro de Sarah Lotz já se tornou um dos mais aguardados.

No Skoob já foram lançadas várias resenhas, muitas criticas e pela internet á dentro existem pessoas de todos os lugares falando sobre OS TRÊS.

Atualmente no Skoob já foram cadastrados mais de dois mil usuários que tem interesse em ler o livro.

Assista ao Book Trailer do Livro clicando aqui.