terça-feira, novembro 20, 2012

21 de Novembro. Serei sempre como criança.

Gabryel Fellipe

   L ivremente correr. Correr, pular, imaginar, saltar, não se preocupar com nada além da imaginação.
   Simplesmente ser livre. Correr na escuridão e por um momento diminuir o passo para fingir estar em câmera lenta, olhando para tras com os olhos da imaginação e enxergando- me fugindo de monstros, bichos e feras gigantes e perigosas. Então, saio daquela imaginação e sou arremessado, contra a minha vontade, para a realidade. Paro de correr e começo a andar, andar com o corpo ereto e alinhado, cabeça com olhar reto e nariz empinado.  
   Minha preocupação não é mais dirigida apenas para a imaginação, aliás, quão difícil é conseguir  ter tempo para a imaginação. Preocupo-me com a realidade e somente com ela. Os bichos, monstros e feras, antes só existentes na adorável imaginação, agora são reais e tentam de tudo, e mais além, conseguir me destruir.
   O tempo leva a fase mais importante que eu tinha, a infância.
   Percebo que as imaginações que todos nós temos na infância, são apenas uma escola para preparar-nos para o mundo real, que espera cada um, ali, no final da adolescência e no começo da fase sem graça, a fase adulta.
   Não, nunca perderei a imaginação, serei sempre como criança.

sábado, novembro 10, 2012

Piensa que quieres y corre a buscarlo ♪


 
Jugir da monotonia pode ser fácil, digo isso, pois desde o inicio de novembro não houve dias chatos, e todas as noites desse mês eu parei e refleti o quão diferente foi o meu dia, e me surpreendi por todas as manhãs eu acordar e não ter ideia de como o meu dia seria.

 Vai minuto, vêm surpresas, foi o tempo, chegaram experiências e tudo isso me fez perceber que o errado nos dias não produtivos é eu.
 
 Eu é que faço um dia chato, eu é que faço um dia tedioso, eu é que escolho se triste ou se feliz, eu é que esqueço que posso escolher o que ser, fazer, crer e ver.

“Faça o que quiser e seja quem quiser” Ronaldo Batista
 
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