Aviso importante!

Blog em reforma!
As 260 postagens do blog estão passando por análises e reformatação. Todas estão arquivadas e serão republicadas aos poucos, conforme forem formatadas.
Em Abril de 2018 estará tudo normalizado.

01 de Fevereiro de 2018



sexta-feira, janeiro 24, 2014

#TFP - Trecho (Morte Subita - J.K. Rowling) - A Honestidade



"Na sua opinião, o maior erro de noventa e nove por cento das pessoas
é ter vergonha de serem quem são, é mentir a esse respeito, fingindo ser
alguém diferente. A honestidade era a sua marca, a sua arma, a sua defesa.
Quando somos honestos, as pessoas se assustam, ficam chocadas. Bola
descobriu que tem gente que fica aferrada a constrangimentos e falsas
aparências, morrendo de medo que as suas verdades possam se espalhar.
Ele, porém gostava mesmo era das coisas nuas e cruas, de tudo que fosse
feio, mas honesto, das coisas sujas que fazem pessoas como o seu pai se
sentirem humilhadas e enojadas. Pensava muito sobre messias e párias, so-
bre homens que eram taxados de loucos ou criminosos, nobres marginais
rejeitados pelas massas inertes.
O mais difícil, a verdadeira glória era sem quem a gente realmente é,
mesmo quando se trata de uma pessoa cruel ou perigosa, aliás, especial-
mente nesses casos. É preciso ter coragem para não tentar disfarçar o ani-
mal que lhe calhou. Por outro lado, é preciso evitar fingir ser mais que
o animal que você é: se entrar por esse caminho, se começar a exagerar
ou aparentar outra coisas vai acabar se tornando um outro Pombinho, tão
mentiroso, tão hipócrita quanto ele. Autêntico e inautêntico eram pala-
vras que Bola usava com frequência, mentalmente. Na sua opinião, esses
dois termos tinham uma incrível precisão de significado, e ele os aplicava
referindo-se tanto a si  mesmo quanto aos outros. "
 Morte Súbita - J.K. Rowling - Página 77 e 78

terça-feira, janeiro 07, 2014

Algo sobre: Delírio (Delirium) - Lauren Oliver

http://gabryelfellipeaalgosobreolivro.blogspot.com/2014/01/2014-resenha-delirio-delirium-por.html

Sinopse pela Skoob:

Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos.

Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas.

Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?



Algo Sobre:

Antes eu preciso admitir que estou bastante chateado por ter apagado, sem perceber, a resenha que eu havia feito sobre esse livro maravilhoso. Deixando as chateações de lado...

Começo destacando a beleza dessa capa linda e que ainda por cima brilha conforme os movimentos. E é claro que eu comprei Delírio por conta da capa, mas não apenas pela capa. Foi também pela sinopse.

Após a leitura do livro eu comecei a refletir o que outros leitores de Delírio também começaram a refletir: sobre a vida e os ensinamentos que ela proporciona e a importância que é preciso ter sobre esses ensinamentos. Em analisar sobre o que vem até nós e sobre o que realmente concerne com o que já sabemos que é verdade.

Uma descrição sobre Delírio: Arrebatador!

Delírio não é um romance bobo onde a mocinha é frágil e idiota e o mocinho é o fodão que vai se encontrar com ela e começar o mela-mela de todo o romance chaaato e estereotipado. 

Delírio é uma distopia. A "mocinha" e o "mocinho" são pessoas comuns, mas diferentes dos outros.

Ele se apaixona por ela, porque ela se parece com um passarinho livre, cheio de vida.
Ela se apaixona por ele porque finalmente, com ele, ela encontra na vida, um significado. Ele a faz se sentir alguém.


Os únicos pontos que eu tenho a reclamar é sobre como as coisas demoram pra acontecer e sobre quando elas acontecem, tudo ser rápido demais.

Contudo, Delírio se tornou um dos meus livros favoritos e já estou pronto para ler os próximos da série.



segunda-feira, janeiro 06, 2014

#EuJuroQueEuQuero 2 e 3 - A Culpa é das Estrelas e Pandemônio

É só o sexto dia do ano e eu já tô com aqueles sintomas cortantes de ansiedade para chegar logo as minhas compras.



Titulo: A Culpa é das Estrelas

Autor: John Green

Ano: 2012

Páginas: 288

Sinopse: "Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas."






Titulo: Pandemônio
Autor: Lauren Oliver
Ano: 2013
Páginas: 304
Sinopse: Em Pandemônio, o segundo livro da série, Lena Haloway está dividida entre o "antes"- que mostra seu sofrimento por ter perdido Alex ao mesmo tempo que precisa se transformar em alguém forte o suficiente para sobreviver na Selva - e o "agora", seu cotidiano infiltrada na cidade como integrante da Resistência. Ela terá que lutar contra um sistema cada vez mais repressor, sem, porém, se transformar em um zumbi: modo com os Inválidos se referem aos curados. E não importa o quanto o governo tema as emoções: as faíscas da revolta pouco a pouco incendeiam a sociedade, vidas de todos os lugares... inclusive de dentro.