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sexta-feira, maio 20, 2016

[Foto Resenha] O Palácio da Meia-Noite (El Palacio de la Medianoche), de Carlos Ruiz Zafón (Editora Suma de letras)

   Foram duas semanas tendo Zafón como campanhia no caminho até o Teatro. 
  "O Palácio da Meia-Noite" não foi apenas a melhor narrativa que li nos últimos 12 meses, mas também muito importante por me fazer voltar á minha habitualidade de ler com(im)pulsivamente.




   É a primeira vez que leio, de verdade, um livro do Zafón, já até havia me aventurado em "Marina" - outro livro do autor -, mas cheguei a não terminar por falta de tempo.
   O ingrediente principal que Ruiz Zafón usa nesse e em outros de seus livros faz o leitor se sentir envolvido e, por pura sorte do destino, ganhei toda a coleção de infanto-juvenis do autor (O Principe da Névoa, 1993; O Palácio da Meia-Noite, 1994; e As luzes de Setembro, 1995) que, com certeza, vou me aventurar em breve.
   Podem haver alguns buracos que não foram tampados na história de "O Palácio da Meia-Noite", mas o final do livro apaga todas as implicâncias desnecessárias que o leitor pode criar pra trama. No entanto, basta você ler o primeiro capítulo do livro que logo ele implicará com você que deve ser lido até o final. Uma premonição? Você o lerá. Se assim não acontecer, você poderá se sentir, digamos, incompleto.
   Então se não vai lê-lo inteiro, é melhor nem começar.


5 comentários:

  1. Oi Gabryel,
    Como você sabe eu gosto bastante do autor (apesar de ter meio que me decepcionado com o último livro dele que li, que, inclusive, é a postagem mais recente lá do blog) e super acredito que você não tenha encontrado narrativa tão cativante como a dele a um bom tempo.
    Me diz, em algum momento você desconfiou quem realmente era o vilão da história?

    Longos dias e belas noites pra ti ;)

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    1. Rudi, posso responder essa pergunta com alegria ou com certa tristeza. Isso porque não sei se me decepcionei comigo ou se me orgulhei, mas sei que o autor me deu um bom baile.

      No inicio, com as falas de Aryame á Michael, eu imaginei quem seria o vilão e teria continuado a acreditar se não fosse o autor que deu várias voltas e me fez supor que talvez eu estivesse me precipitando e errando feio porquê nada mais me fazia acreditar que era quem eu imaginei. No final, eu me surpreendi por vários motivos, porque eu desconfiei no inicio, mas, de todo o modo, errei porque desacreditei da minha intuição e no final o autor riu da minha cara. Zafón foi demais.

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  2. Eu sou fascinada por Zafón desde meus 11 anos, li Príncipe da Névoa e a trilogia dele do Cemitério dos Livros Esquecidos, queria ter dinheiro ou alguém igualmente apaixonado por ele pra ler os outros (inclusive esse), mas a vida é assim, as vezes você é o único num raio de 50km a conhecer algum escritor.

    Eu gostei muito do que você me disse no meu blog, obrigada, mesmo. Quero muito ser sua amiga (é assim que se faz amizades? Não sou muito boa nisso, tenho que trocar e-mails e telefones com você? haha)
    Xoxo
    http://ja-ta-crescida.blogspot.com/

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    Respostas
    1. Gabi, eu ganhei esses livros, então, após eu lê-los eu me sentirei hiper mega feliz em dá-los á você. Zafón é incrível mesmo, tem um poder incrível de narrativa.

      Trocaremos telefones por direct no instagram, nova amiga. :)

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  3. Ameiiii♥
    Estou seguindo seu blog. Beijos

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____________________________________________________________________El Costa

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