Aviso importante!

Blog em reforma!

96 das 230 postagens já foram revisadas e já estão disponíveis na linha do blog.
As revisões continuarão!
Por enquanto, as demais postagens seguem alteradas para rascunho e serão publicadas assim que forem sendo revisadas.


Última atualização: 1° Agosto de 2018 - 21h59


Veja algumas fotos da minha atuação na peça Canto Para Woyzeck



terça-feira, março 10, 2015

Diário catastrófico: Determinado


10 de março de 2015

Sinto muito, mas...
 
Mesmo sabendo que tenho que deixá-lo ir, eu não deixarei! E minha cabeça me confunde.
 
Estou determinado a empurrar nossa amizade até quando eu não conseguir mais, e chegando no limite, irei me exigir ao extremo.

Odeio fazer assim.

Preciso de mais oxigênio, pois estou cheio de adrenalina. Acho que estou sendo egoísta, e achar isso está sendo muito turbulento pra mim.
 
Sabe! Ele foi enviado dos céus, não caiu de lá.
Ele não é um demônio, ele foi enviado, não jogado. Preciso dele porquê ele é essencial pra mim.

Sigo determinado a tê-lo porque isso é amor de amigos. 
Precisamos deixar isso fluir. E preciso que ele me suporte um pouco mais.. e mais um pouco.. e ainda mais! 
 
De-Determinate ♫
 
Com determinação,
Gabryel Fellipe F. Costa
*baseado na realidade da música Determinade dos Lemonade Mouth
 
 
Porque sempre acontecem catástrofes em nossa trajetória de vida, afinal, todos temos o nosso diário catastrófico, e esse é para me fazer crescer mais, e melhor. 
 
 

sexta-feira, fevereiro 13, 2015

Sexta-feira treze de um ser normal-estranho


Numa sexta-feira treze minha mãe me falou que é uma bruxa, 
minha avó comprovou ser biruta, 
e meu irmão revelou que não gosta da "fruta".

Numa sexta-feira treze eu acordei de madrugada, 
com uma perna enrolada,
numa mulher muito mal humorada.

Numa sexta-feira treze engoli comida ruim,
uma menina doou um rim,
e morreu afim de mim.

Numa sexta-feira treze eu desejei virar gente,
comprei até um pente,
e coloquei ouro no dente.

Numa sexta-feira treze eu fui a um cemitério,
porque senti cheiro de mistério,
e encontrei meu pai cometendo adultério.

Dai a sexta-feira treze acabou,
mas em mim ninguém acreditou,
que essa foi a primeira sexta-feira treze que muito me agradou.

Gabryel Fellipe F. Costa
 

quinta-feira, janeiro 15, 2015

Diário catastrófico: Nunca levei uma facada de verdade



Já escrevi uma vez, aqui mesmo no blog , que tenho medo de falar coisas certas e medo de ouvir coisas erradas, e quando fui tentar resolver um problema que estava crescendo, só ouvi sobre incertezas e acabei falando palavras que doeram como facadas, tanto em mim quanto no outro.

A verdade é que eu cheguei a ficar com raiva de uma certa união que me envolvia.
Toda aquela cordialidade entre nós estava me sufocando e me deixando maluco.
Pra que aquilo não crescesse, eu fui tentar dar um jeito para que nada se transformasse numa maior revolta, mas cresceu, e foi como se uma avalanche tivesse se formado e pegou nós dois de surpresa.

Eu super reconheço que entre as minhas amizades, o que existe sem pestanejo é um desejo que temos em comum, isso é o que forma minhas amizades fortes. Ou seja, Quanto maior for o desejo em comum que tivermos, maior e mais forte é essa amizade.
Talvez a pessoa desejar sabedoria seja o que mais me importa a ser amigo dela, mas perceber que um amigo está confundindo ser sábio com ser medroso, não é algo que dá pra eu engolir com carinho.

Prudência demais irrita. Acho que irrita a todo mundo.
Afinal'zão, ser prudente é uma coisa, ser covarde é outra, totalmente diferente.

Talvez ser sábio e ser corajoso não façam parte do mesmo pacote.


Com imprudência,
Gabryel Fellipe F. Costa

Porque sempre acontecem catástrofes em nossa trajetória de vida, afinal, todos temos o nosso diário catastrófico, e esse é para me fazer crescer mais, e melhor.


quarta-feira, outubro 29, 2014

Diário catastrófico: Uma vítima voluntária



29 de outubro de 2014

quando eu era pequeno me fizeram chorar.
um choro sentido, cheio de significados.
eu ainda não tinha coragem pra dizer "para".
então o que eu podia fazer era, simplesmente, me afastar e fugir.

enquanto fui crescendo, eu continuei me afastando,
mas nesse tempo eu comecei a amadurecer.
talvez crescer com o sentimento de ódio e medo tenha sido muito ruim pra mim.
mas enfim eu amadureci.

quando retornei foi diferente,
na primeira vez que deixei o medo de lado, a coragem se apossou de mim.
mas ainda hoje não esqueço daqueles dias.
eu era a vítima porque eu deixava.

Com apreciação,
Gabryel Fellipe F. Costa


Por todos os cantos existem as chamadas "vítimas voluntárias".
Elas podem ser encontradas dentro de algumas famílias, no canto de uma sala de aula, em algum grupo religioso, enfim. Não é difícil de encontrá-las.
Para identificar uma, é só observar naquelas que sofrem caladas e aceitam tudo de cabeça baixa, mas são expert em fingir. E todo esse fingimento será a matéria mais avançada para eles e que demonstrará ótimos resultados quando a vitima voluntária acabar explodindo e recebendo a coragem como troféu.
Acredita-se que todos, um dia, já foram vítimas voluntárias.


Porque sempre acontecem catástrofes em nossa trajetória de vida, afinal, todos temos o nosso diário catastrófico, e esse é para me fazer crescer mais, e melhor.

sexta-feira, setembro 19, 2014

[Foto Resenha] Se eu ficar (If I stay) - Gayle Forman

Depois de várias ideias eu finalmente encontrei um modo de modificar as coisas aqui no blog!
Vou começar os testes de escrever resenhas em forma de infografia.

Para iniciar o #FotoResenha vou começar info grafando sobre o livro Se eu Ficar, da autora Gayle Forman, livro que, inclusive, já ganhou adaptações para os cinemas.


E eu chorei!
Tirei uma estrela pelo motivo de vários "De repente e aconteceu", como por exemplo da hora do acidente. NÃO É SPOILER. Outro ponto negativo são os desenhos das claves nas páginas ímpares, achei desnecessário e agonizante.

Agora eu espero a opinião de vocês, devo continuar com esse formato de Resenha? O que acharam?

quinta-feira, agosto 14, 2014

Sobre a Conclusão: A Esperança (Hunger Games - Mockingjay) - Suzanne Collins

O que eles querem é que eu assuma verdadeiramente o papel que designaram para mim. O símbolo da revolução. O Tordo. Não é suficiente o que fiz no passado, desafiando a Capital nos Jogos, fornecendo um ponto de reorganização. Devo agora tornar-me a líder real, o rosto, a voz, o corpo da revolução.

O Corpo da revolução.
Essa foi Katniss Everdeen desde o inicio da trilogia, indo contra todo um sistema e lutando com todas as forças necessárias para um bem maior.

Não é nada fácil falar sobre o fim de uma trilogia. E falar de A Esperança me deixa deprimido.

Este último livro da trilogia Jogos Vorazes traz ao leitor voraz uma série de danos ao coração que se deixou tocar pelos livros.

Desde o primeiro livro a série começa com uma garota se voluntariando como tributo para ir, no lugar de sua irmã, para uma arena lutar pela sua própria vida. Uma arena onde terão vinte quatro tributos matando uns aos outros, sabendo que apenas um saíra com vida.
Já no último livro, o final que acontece não é nada cor de rosa. Há vários mortos que deveriam estar vivos e os vivos que queríamos não desfrutam de uma felicidade.

Não se pode esperar, de uma série como Jogos Vorazes, um final de contos de fadas.

Apesar de se tratar de uma trama bastante fora do normal, ainda assim consegue - e poderia muito bem - ser bastante real.

Um luta destruidora pela liberdade da qual nunca se pode confiar por inteiro em quem está com qualquer poder.


Sentirei falta de Katniss Everdeen e Peeta Mellark, e modificando um pouco uma frase dita por Potterheads, escrevo: Quando quiser encontrar motivação para ir contra o que não aceita e usar de amor e garra para conquistar isso, o Tordo sempre estará lá, basta abrir os livros ou assistir aos filmes. Sempre se lembrará e encontrará aconchego junto aos personagens que foram seus amigos por pouco mas eterno tempo.



Leia também a resenha de JOGOS VORAZES  e EM CHAMAS


Que aperto no coração.


segunda-feira, agosto 04, 2014

Agosto, o mês dos ventos



Nos meses de Agosto você deve escolher se firma os pés no chão ou se deixa que o vento te leve.

Em Agosto - como nos outros dezoito “agostos” que eu já vivi - as mudanças são perceptíveis, pois os ventos são notáveis, o sentir é máximo, o ouvir é leve e o respirar é intenso.

Embora pareça fácil, é inútil tentar saber quando o vento virá.
Ele pode até tentar avisar, mas não quer dizer que ele consiga.

Já te foi avisado: Agosto é o mês dos ventos, e ventos significam mudanças. Esteja preparado para eles, ou então, ventos leves te serão como furacões e furacões não trazem mudanças, trazem destruições.

Gabryel Fellipe - Agosto de 2014

quinta-feira, julho 31, 2014

Mais Rowling - Quarenta e nove anos - Vida longa á rainha!



O que seria de mim se naquele momento da minha vida eu não tivesse encontrado um refúgio?


Para iniciar essa postagem, já quero dizer que aqui eu entro um pouco com o meu pessoal, um desabafo quase ministerial.
É sobre o que muitas pessoas maldizem e eu não consigo acatar, sobre opiniões jogadas pra cima de mim de gente que espera que eu mude minha opinião.


Cada um pensa do jeito que achar convincente, mas eu acredito e sigo o pensamento que ninguém, em hipótese alguma, deve criar uma opinião, sobre qualquer coisa que seja, sem conhecer.


Eu cresci no meio evangélico e fui submetido a seguir pensamentos que eu nem sequer acreditava. Muita coisa dita e ensinada eu via mais como uma semente lançada para gerar ódio entre religiões. Mas quando a religião chegou num ponto a querer me proibir de fazer algo me fazia bem, eu não aceitei e dei um basta.


Joanne Kathleen Rowling pode ou não pode ser o que dizem, EU REALMENTE NÃO ME IMPORTO. O que eu me importo mesmo é com os livros que ela escreveu, que são muito mais do que "feitiçaria". São sobre:

• a luta persistente contra o mal;
• onde amigos permanecem amigos até o fim, mesmo com desavenças..
• onde a persistência, a amizade e a coragem são maiores que pré-julgamentos,
• e valem mais que uma palavra mal usada;


Mas...
• as pessoas gostam de focar no mal das coisas;
• ninguém pode fazer sucesso que os religiosos e os invejosos já dizem que é maligno e material de pacto; 


Se há lutas, guerras, magia negra, ódio, me digam um livro que não tem!
Até mesmo "O Senhor dos Anéis" e "As Crônicas de Nárnia", que tem todos essas características, são considerados livros cristãos, baseados na Bíblia.
Mas então surge J.K. Rowling, uma mulher de garra que levou muitos murros e chutes na vida, que sofreu fortemente mas não desistiu de viver, e deu ás crianças do mundo muito mais que um simples prazer, deu a elas um lugar onde pudessem se refugiar e continua dando refúgios á pessoas de todas as idades, escrevendo com e por Amor, para existir Amor, e não para acabar com seus leitores os tornando pessoas piores e "enfeitiçadas".


Se ela é ou não é maligna, eu não sei, e não cabe a mim julgar. Pra mim ela é uma anja que não caiu do céu, mas foi um presente do Criador para me reerguer.


#rowlingmore


Não sou um bruxo mas eu preferia ser.
Porque é mais verdadeiro do que  muito ser humano de merda, ou melhor dizendo: trouxas.


Joanne Kathleen Rowling - 31 de Julho de 1965
49 anos!
Eu te amo, rainha!

domingo, julho 27, 2014

#Resenha - A menina que não sabia ler - John Harding


 "O que eu deveria fazer agora? Ali estava eu, uma garota de 12 anos, órfã, sozinha no mundo, exceto por alguns criados queridos mas estúpidos e, é claro, meu irmãozinho que, longe de poder me ajudar, precisava da minha proteção."

A seguinte frase descreve muito bem esse livro: "Era fantástico demais para qualquer um que não tivesse imaginação."

Florence vive em uma mansão velha e acabada que o livro descreve como "caindo aos pedaços", e como sendo menina, ela é proibida pelo seu tio - qual ela nunca viu - de aprender qualquer tipo de cultura ou desenvolver qualquer intelecto.
A menina vive com sua governanta, a Sra. Grousse, com sua cozinheira, Meg, seu irmão, Giles e seu cocheiro, John. E com apenas doze anos, Flo começa a viver aventuras que sua imaginação nunca poderia inventar.

Escondida em uma biblioteca da mansão, a menina que não sabia ler aprende a ler, sempre cuidando para não ser descoberta por ninguém.
Com o tempo, a vida de Florence começa a dar voltas.

Quando Giles, seu irmão, vai para a escola, a menina começa a duvidar se ele está se encaixando bem no meio de tantos moleques, além da preocupação ela conhece Theo Van Hossier, um garoto magricela que sofre de asma. Mas as aventuras começam mesmo quando sua preceptora, a senhora Whitaker, morre afogada e é substituída pela Sra. Taylor.


Nota:

A menina que não sabia ler só não sabe ler no inicio de livro. Ela aprende tão rápido que não entendo nem porquê o nome do livro é esse (a história não vai falar sobre o desenvolvimento de uma analfabeta aprendendo a ler, e acho que isso foi bom).

Algo ruim sobre o livro, pelo menos pra mim, é que dá pra desconfiar de tudo antes de acontecer. O livro é de muitos mistérios e nem todos eles são explicados, mas dá pra subentender todos nas entrelinhas.

Pontos muito bons da história é que ele menciona muitos assuntos que quem não conhece vai logo procurar e quem já conhece, se identifica e sente medo. Quem já sofreu de paralisia do sono, por exemplo, logo percebe as semelhanças.
O livro também cita autores como Shakespeare e Poe e também menciona o remédio Clorofórmio, o que deixa suas vitimas inconscientes. Ah, também dá pra lembrar um pouco de Babá McPhee, mas é bem mais tenso.

Mas o que o leitor mais precisa estar avisado é que não se pode criar muitas expectativas sobre o livro, principalmente pelo final que ele tem.

"Se ela quisesse uma luta teria uma, não importava que poderes sombrios tivesse à sua disposição. Eu seria a abelha do seu piquenique. Estragaria seus planos. Não desistiria. Não fui feita para isso."



Observação: Li esse livro a pedido de uns leitores que primeiro esperaram minha opinião antes de iniciarem leitura. Os mesmos me enviaram o pdf do livro e eu o li no serviço, nos momentos vagos. Clique aqui para ser encaminhado para o link do Pdf.
PS: Quase desisti do pff porque contêm muitos erros, mas a história até que vale a pena.


sexta-feira, julho 18, 2014

#EuJuroQueEuQuero 7 - Os Três, de Sarah Lotz


Editora: Arqueiro
Ano: 2014
Gênero: Terror, Drama;
Páginas: 400
Sinopse: "Quinta-Feira Negra. O dia que nunca será esquecido. O dia em que quatro aviões caem, quase no mesmo instante, em quatro pontos diferentes do mundo. Há apenas quatro sobreviventes. Três são crianças. Elas emergem dos destroços aparentemente ilesas, mas sofreram uma transformação. A quarta pessoa é Pamela May Donald, que só vive tempo suficiente para deixar um alerta em seu celular: Eles estão aqui. O menino. O menino, vigiem o menino, vigiem as pessoas mortas, ah, meu Deus, elas são tantas... Estão vindo me pegar agora. Vamos todos embora logo. Todos nós. Pastor Len, avise a eles que o menino, não é para ele... Essa mensagem irá mudar completamente o mundo.




Muito comentado em meio a blogosfera, o livro de Sarah Lotz já se tornou um dos mais aguardados.

No Skoob já foram lançadas várias resenhas, muitas criticas e pela internet á dentro existem pessoas de todos os lugares falando sobre OS TRÊS.

Atualmente no Skoob já foram cadastrados mais de dois mil usuários que tem interesse em ler o livro.

Assista ao Book Trailer do Livro clicando aqui.


sábado, julho 12, 2014

#Resenha - Battle Royale - Koushun Takami

E não se tratava simplesmente de serem mortos: os estudantes deviam se matar uns aos outros até que restasse uma única cadeira. Sim, esse era o pior jogo de dança das cadeiras de toda a história.” Página 46, Editora Globo Livros

Quarenta e dois alunos são depositados numa ilha onde o objetivo de cada um é sobreviver. Num dia todos são colegas de classe e no outro ninguém pode confiar em ninguém. Ontem você não dava nada pelos imbecis da classe, hoje esses mesmos imbecis estão escondidos esperando para te matar.

Em Battle Royale não existe o se opor a participar do jogo. Ninguém nem ao menos escolhe estar nele. Aqueles que acabam ampliando seus pensamentos de rejeição ao tal [Yukiko Kitano e Yumiko Kusaka] se dão muito mal.

Você não pode querer não matar. Se você quer viver, você precisa revidar as ameaças.

Todos ali são obrigados a se matar para sobreviver. Não há como fugir.
Alguns [Kazuo Kiryama] matam a sangue frio, outros [Mitsuko Soma] tiveram motivos para serem maus. 

Em Battle Royale, viver no Japão é ser obrigado a aceitar as regras do Supremo Líder que criou esse programa onde jovens tem que se matar para sobreviver e apenas um sai com vida, mas ainda assim, esse que sai com vida, continua a ser cativo, e todo esse programa serve apenas como um aviso á população para que não ajam como rebeldes.

... Seja lá como for, se seu oponente te apontar uma arma, não hesite. Do contrário, você morre. Antes de ficar refletindo sobre o adversário, em primeiro lugar desconfie. Você não deve confiar muito em ninguém neste jogo.Página 157, Editora Globo Livros


Um pouco de opinião:

Estou bastante feliz por finalmente ter conseguido ler esse livro. 
A primeira vez que soube da existência de Battle Royale foi pelo Biblioteca do Terror que tem as melhores resenhas de livros tensos e intensos, todas escritas pelo Rafa Filth!
O livro é indicado por Sthepen King, e só por ai já se pode prever que é um baita livro.
Pra se ter mais uma ideia geral: Battle Royale perdeu um prêmio de literatura no Japão por ser considerado um livro de conteúdo polêmico.

O livro tem adolescentes da oitava série (nono ano) como personagens principais.
Sobrevivência como objetivo.
Matar como salvação.
Viver como cativeiro.
Fugir, o que é impossível, como libertação.

   
"Não posso simplesmente morrer. Na minha idade, ainda há muita coisa para fazer e se divertirSho Kawada – Página 350, Editora Globo Livros

Dos quarenta e dois alunos, quando percebi que só restavam seis foi um baque e tanto.
Quando pensei que eu poderia prever quem iria se salvar, Koushun riu na minha cara.
Odiei antes do tempo, e amei fora de hora. Torci pra lados errados diversas vezes e esqueci os momentos de me tornar a favor.

 
... Agora restavam vinte e um estudantes. Apenas dezoito horas haviam se passado desde o inicio do jogo e, mesmo assim, a turma B do nono ano da Escola de Ensino Fundamental Shiroiwa foi reduzida à metade.Página 357 - Editora Globo Livros

Algumas dificuldades na leitura se dá pelo nome dos personagens, mas isso só acontece no início. Depois de um tempo a gente se pega até escrevendo o nome deles sem consultar o livro. Sem contar que a personalidade dos personagens foi criada com uma maestria que faz qualquer um amar o livro. Koushun é quem teve sucesso ao escrever cada peça desse jogo: Uns engraçados [Yutaka Seto], outros sérios [Shogo Kawada], homossexuais [Sho Tsukioka], tolos [Yoshio Akamtsu], excêntricos [Mizuho Inada], inteligentes [Shinji Mimura], outros que surpreendem [Takako Chigusa] e ainda outros que são os mais empolgantes da história [Shuya Nanahara e Noriko Nakagawa]...

Um livro narrado em 3ª pessoa mas que faz você pensar com e como o personagem.
Assemelha-se a Jogos Vorazes? Sim. E quase muito. Porém não têm o mesmo objetivo.


Links

Para saber mais clique em Quotes, ou se quiser a lista dos mortos em ordem clique em Spoiler.


domingo, junho 15, 2014

Livros novos na Sexta Feira 13


E nessa última Sexta-feira 13 chegaram meus mais novos livros!



A Verdade sobre ocaso Harry Quebert, de Joel Dicker : Vencedor de vários prêmios literários, esse livro ganhou o titulo de melhor livro do ano. Há quem ache o livro detestável e há quem o ache perfeito. Agora eu quero saber se pra mim ele realmente merece o titulo de melhor livro do ano.

Réquiem, de Lauren Oliver: Esse é o último livro da Trilogia Delírio e eu estou bastante ansioso por ele porque é o desfecho de uma trilogia que eu estou amando muito. Amigos leitores estão dizendo que é mais uma conclusão de série que destruiu toda uma história, mas eu espero não me decepcionar. Já até parei de criar expectativas.

Maze Runner: Prova de fogo, de James Dashner: Maze Runner é uma série que eu mergulhei de cabeça e estou curtindo demais. Estou curioso para saber a continuação de Correr ou Morrer. A escrita de Dashner é muito adrenalina.

Fênix: A Ilha, de John Dixon: Amigos meus, que leram Fênix, A Ilha, estão morrendo de amores pelo livro. Ainda não ouvi nenhuma reclamação sobre ele, portanto, já quero conhecer.

sábado, junho 14, 2014

#Resenha - As vantagens de ser invisível (The Perks of being a Wallflower) - Stephen Chbosky

...as coisas mudam. E os amigos partem. E a vida não para pra ninguém.

Sinopse:

Cartas mais íntimas que um diário, estranhamente únicas, hilárias e devastadoras - são apenas através delas que Charlie compartilha todo o seu mundinho com o leitor. Enveredando pelo universo dos primeiros encontros, dramas familiares, novos amigos, sexo, drogas e daquela música perfeita que nos faz sentir infinito, o roteirista Stephen Chbosky lança luz sobre o amadurecimento no ambiente da escola, um local por vezes opressor e sinônimo de ameaça. Uma leitura que deixa visível os problemas e crises próprios da juventude.



Nota:

Stephen Chbosky iniciou a escrita deste importante livro em 1994, mas demorou cinco longos anos para que o terminasse. Publicado pela primeira vez em 1999 pela editora americana MTV Books e só vindo para o Brasil em 2007 pela editora Rocco.


A Leitura:

Quando o personagem central de um livro é um garoto de 15 anos que escreve cartas sobre sua vida, datadas e dirigidas com amor á alguém, já é de se esperar que, em muitos momentos, os leitores irão se identificar.
E isso acontece quase que no livro inteiro.



Admito, sem sentir culpa nenhuma, que só comprei As Vantagens de Ser Invisível porque fiquei sabendo que havia um filme sobre ele em que a Emma Watson fazia parte do elenco.

E o resultado foi: ainda não assisti ao filme, mas já li o livro duas vezes.

Se alguém me pergunta qual o meu livro preferido, eu sempre penso no livro que me deu o que eu precisava na hora que eu mais necessitava, e atualmente eu posso dizer, com certeza e felicidade, que esse livro é: As Vantagens de Ser Invisível. Sem nem hesitar.

Chbosky criou personagens reais, com sentimentos reais, mas que, de toda a forma, parece que só existem na nossa cabeça. 
E isso é contraditório, mas entendível.

Sam, por exemplo, tem um jeito simples e objetivo de fazer as coisas. Patrick - ou Nada - nos encanta por ser feliz sendo quem é. Bill, que é professor, nos dá aquele aperto no coração por ser o tipo de mestre que a gente sempre quis ter, mas nunca teve. Mary Elizabeth embaraça nossos sentimentos por ser aquele/a tal amigo/a que a gente nunca teve, mas que sempre tentou ser pra alguém. Já o personagem Charlie é uma versão nossa, ou quase nossa.

Para quem ainda não leu As Vantagens de Ser Invisível, aconselho muito a ler.

E então vai descobrir que, ás vezes ser invisível é até bom, mas ser infinito é melhor ainda.


Alguns quotes:

"-Você vê as coisas. Você guarda silêncio sobre elas. Você compreende"

É ótimo que você ouça e seja um ombro amigo para alguém, mas há momentos em que a gente não precisa de um ombro. E se precisarmos de um braço, ou coisa parecida? Você não pode se limitar a se sentar lá, colocar a vida de todos à frente da sua e pensar que o que importa é o amor. Não pode fazer isso. Você tem que fazer as coisas.

É muito mais fácil não saber das coisas de vez em quando.


Uma definição:




quarta-feira, junho 04, 2014

#Resenha - Pandemônio (Pandemonium) - Lauren Oliver


Mas agora o futuro, assim como o passado, nada significa. Agora só existe um lar erguido a partir de lixo e detritos, à margem de uma cidade destruída, logo depois de um imenso lixão; e a nossa chegada, famintos e semiparalisados pelo frio, em um lugar com comida, água e paredes que isolam lá fora os ventos brutais. Para nós, aqui é o paraíso.” Página 235


Sinopse:

Duas realidades, duas Lenas, diferentes ameaças. Antes e agora. Dividida entre o passado — Alex, a luta pela sobrevivência na Selva — e o presente, no qual crescem as sementes de uma violenta revolução, Lena terá que lutar contra um sistema cada vez mais repressor, sem, porém, se transformar em um zumbi: modo como os Inválidos se referem aos curados. Não importa o quanto o governo tema as emoções: pouco a pouco a sociedade se incendeia pelas faíscas da revolta, vindas de todos os lugares... inclusive de dentro.




Discorrer:

Pandemônio, de Lauren Oliver me mostrou o que é uma distopia!

Durante muitos anos os cidadãos foram forçados a passarem por uma intervenção da qual se encontrava a cura para o deliria, uma doença onde o Amor é o problema.
Mas dentre todos esses cidadãos, também existem aqueles que não concordam com as autoridades que falam por eles.
Existem os resistentes. Os chamados: inválidos!

Magdalena Morgan Jones me deixou maluco!
Se em Delírio a personagem já era cheia de emoção e força, em Pandemônio ela aprendeu a ser também destemida. 
A Selva a obrigou a amadurecer e a tornar a si mesma em sua maior defesa. Mais do que isso, Lena agora é um membro importante em sua "equipe" na selva.

No decorrer do livro a  narrativa caminha se intercalando entre o passado e o presente, sempre sendo contada pela personagem Lena.
É a partir dessa narrativa que o leitor vai entendendo as escolhas e os problemas de Lena e dos inválidos, e assim, criando uma opinião sobre tudo. Em cada nova cena uma intensidade maior acontece.



Opinião:

Eu amei Pandemônio, assim como eu também amei Delírio.

O primeiro volume começou meu ano, e o segundo me deu o valor que eu estimava! Melhor que o primeiro, com certeza. Mais profundo? Talvez não.
A narrativa e os detalhes foram maravilhosos e o final um pouco corrido, mas mesmo assim não foi menos admirável.

Se for fazer uma comparação entre Pandemônio e Delírio, posso dizer que Pandemônio é bem mais preciso.

Em Pandemônio conseguimos enxergar as coisas acontecendo com mais vivacidade. Há realmente um pandemônio acontecendo e a questão do ser a favor ou ser contra a cura fica mais evidente.
Talvez pelo fato desse volume não haver mais um envolvimento entre Alex e Lena, a história tenha ficado mais feroz do que profunda.
Em Delírio eu até chorei, mas em Pandemônio eu não deixei de sentir muitas emoções.

Quanto a narrativa: eu amo livros narrados em primeira pessoa, principalmente se for uma narração feminina, como por exemplo a Katniss de Jogos Vorazes, a America de A Seleção ou a Alyssa de O Lado mais Sombrio. Porém, o que achei mais curioso em Pandemônio é que os capítulos são separados pelo Antes e o Depois.
Os capítulos sobre o que aconteceu após Lena chegar na selva e perder Alex, que supostamente morreu, ficam no Antes. Já os capítulos do Depois é sobre a Lena sendo parte dos inválidos, os resistentes.

E o Show de detalhes é ótimo. 
Lauren escreve muito bem sobre o que acontece e como acontece. Porém, nos momentos finais tudo vai acontecendo rápido demais e com descrições de menos. Mesmo assim o livro continuou me prendendo e me deixando muito mais curioso pelo desfecho da série que será no terceiro e último livro.



Quotes

“– Mais uma lição que você podia muito bem aprender agora: se quiser alguma coisa, se for pegá-la para você, vai sempre estar tirando de outra pessoa. Isso também é regra. E coisas precisam morrer para que outras possam viver.” Página 136

Neste momento me ocorre que as pessoas têm seus próprios túneis: espaços escuros e sinuosos, e cavernas; é impossível conhecer todos os lugares que existem dentro delas. Mesmo imaginar é impossível.” Página 225

O ódio cresce em mim e, com ele, uma onda cada vez maior de fúria. Poderiam todos arder em chamas.” Página 289

O ódio é uma corda apertando meu pescoço” 289

Quando você deixa a palavra entrar, quando permite que se enraíze, ela se espalha como mofo por todos os cantos e espaços escuros que há em você. E com ela vêm as perguntas, os medos trêmulos e frágeis, suficientes para mantê-lo permanentemente acordado.” Página 298



terça-feira, maio 27, 2014

#EuJuroQueEuQuero 6 - Maze Runner: Correr ou Morrer, de James Dashner

Editora: Vergara e Riba
Ano: 2010
Gênero: Terror, suspense, ficção.
Páginas: 426
Sinopse pela Submarino: "Suspense, Terror e Ação numa história de tirar o fôlego! Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam "A Clareira", um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. 
Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr... correr muito.
Correr ou Morrer é o primeiro volume da trilogia Maze Runner. Uma saga que, para seus fãs, evoca os mistérios da série Lost."


quinta-feira, maio 15, 2014

Sortudo de primeira viagem: Adultério - de Paulo Coelho - Editora Sextante - da promo do Zaakar

E, pela primeira vez na vida eu fui sorteado para ganhar um livro em sorteio de blogueiro!

No Zaakar.com houve uma promoção de aniversário e o ganhador foi eu mesmo :)
   


Quando fui ao blog do Rafa e me deparei com a postagem "Resultado da Promoção!", vi o um print com a minha foto noticiando que eu havia sido o sorteado. Fiquei super feliz!
Nunca havia lido nada do autor, mas como tive a sorte de ganhar um sorteio (pela primeira vez), é claro que vou lê-lo.




    Junto com o livro, vieram dois marcadores, um botom e uma sacola-bolsa (ecobags) que eu achei bem bonita.


Parabéns ao Zaakar pelos três anos e parabéns á Sextante pelo trabalho que tem feito, cada vez mais incrível!

:: Zaakar ::                :: Sextante ::