“E não se tratava simplesmente de serem mortos: os estudantes deviam se matar uns aos outros até que restasse uma única cadeira. Sim, esse era o pior jogo de dança das cadeiras de toda a história.” Página 46, Editora Globo Livros
Quarenta e dois alunos são depositados numa ilha onde o objetivo de cada um é sobreviver. Num dia todos são colegas de classe e no outro ninguém pode confiar em ninguém. Ontem você não dava nada pelos imbecis da classe, hoje esses mesmos imbecis estão escondidos esperando para te matar.
Em Battle Royale não existe o se opor a participar do jogo. Ninguém nem ao menos escolhe estar nele. Aqueles que acabam ampliando seus pensamentos de rejeição ao tal [Yukiko Kitano e Yumiko Kusaka] se dão muito mal.
Você não pode querer não matar. Se você quer viver, você precisa revidar as ameaças.
Todos ali são obrigados a se matar para sobreviver. Não há como fugir.
Alguns [Kazuo Kiryama] matam a sangue frio, outros [Mitsuko Soma] tiveram motivos para serem maus.
Em Battle Royale, viver no Japão é ser obrigado a aceitar as regras do Supremo Líder que criou esse programa onde jovens tem que se matar para sobreviver e apenas um sai com vida, mas ainda assim, esse que sai com vida, continua a ser cativo, e todo esse programa serve apenas como um aviso á população para que não ajam como rebeldes.
“... Seja lá como for, se seu oponente te apontar uma arma, não hesite. Do contrário, você morre. Antes de ficar refletindo sobre o adversário, em primeiro lugar desconfie. Você não deve confiar muito em ninguém neste jogo.” Página 157, Editora Globo Livros
Um pouco de opinião:
Estou bastante feliz por finalmente ter conseguido ler esse livro.
A primeira vez que soube da existência de Battle Royale foi pelo Biblioteca do Terror que tem as melhores resenhas de livros tensos e intensos, todas escritas pelo Rafa Filth!
O livro é indicado por Sthepen King, e só por ai já se pode prever que é um baita livro.
Pra se ter mais uma ideia geral: Battle Royale perdeu um prêmio de literatura no Japão por ser considerado um livro de conteúdo polêmico.
Pra se ter mais uma ideia geral: Battle Royale perdeu um prêmio de literatura no Japão por ser considerado um livro de conteúdo polêmico.
O livro tem adolescentes da oitava série (nono ano) como personagens principais.
Sobrevivência como objetivo.
Matar como salvação.
Viver como cativeiro.
Fugir, o que é impossível, como libertação.
Sobrevivência como objetivo.
Matar como salvação.
Viver como cativeiro.
Fugir, o que é impossível, como libertação.
"Não posso simplesmente morrer. Na minha idade, ainda há muita coisa para fazer e se divertir” Sho Kawada – Página 350, Editora Globo Livros
Dos quarenta e dois alunos, quando percebi que só restavam seis foi um baque e tanto.
Quando pensei que eu poderia prever quem iria se salvar, Koushun riu na minha cara.
Odiei antes do tempo, e amei fora de hora. Torci pra lados errados diversas vezes e esqueci os momentos de me tornar a favor.
“... Agora restavam vinte e um estudantes. Apenas dezoito horas haviam se passado desde o inicio do jogo e, mesmo assim, a turma B do nono ano da Escola de Ensino Fundamental Shiroiwa foi reduzida à metade.” Página 357 - Editora Globo Livros
Algumas dificuldades na leitura se dá pelo nome dos personagens, mas isso só acontece no início. Depois de um tempo a gente se pega até escrevendo o nome deles sem consultar o livro. Sem contar que a personalidade dos personagens foi criada com uma maestria que faz qualquer um amar o livro. Koushun é quem teve sucesso ao escrever cada peça desse jogo: Uns engraçados [Yutaka Seto], outros sérios [Shogo Kawada], homossexuais [Sho Tsukioka], tolos [Yoshio Akamtsu], excêntricos [Mizuho Inada], inteligentes [Shinji Mimura], outros que surpreendem [Takako Chigusa] e ainda outros que são os mais empolgantes da história [Shuya Nanahara e Noriko Nakagawa]...
Um livro narrado em 3ª pessoa mas que faz você pensar com e como o personagem.
Assemelha-se a Jogos Vorazes? Sim. E quase muito. Porém não têm o mesmo objetivo.
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Para saber mais clique em Quotes, ou se quiser a lista dos mortos em ordem clique em Spoiler.

Adorei a resenha Grabryel.
ResponderExcluirSou muito fã de Jogos Vorazes e desde que soube da existência desse livro eu quis lê-lo,
agora você me deu mais vontade ainda.
Grande abraço!!
Leitor Antissocial
Esse livro é muito demais! RsRs
ExcluirQuando tiver a oportunidade de lê-lo, não recuse!
(você me chamou de GRABRYEL) oooh :O
opa... foi mal.... tá frio, não estou com total controle dos meus dedos :p
ExcluirRudy, você me matou de rir, e acabei de notar que o Victor aqui no comentário de baixo fez a mesma coisa! o.O KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
ExcluirOi, Grabryel! Nossa, que baita de livro! Parece ser fascinante! Me interessei muito por ele agora!
ResponderExcluirEspero eu, adquirir algum dia! E você disse que se parece um pouco com Jogos Vorazes, então melhor ainda! Ótima resenha!
Abraços!
Encantos Paralelos
Suzanne Collins se inspirou nele para escrever seu livros! Com certeza!
ExcluirAmei a resenha! Esse livro não parece de terror, e parece ótimo. Adorarei lê-lo, já está na minha lista. Obrigada pela resenha, nunca tinha visto uma e nem sabia mais ou menos sobre o que era esse livro (na verdade, eu pensava que era um filme).
ResponderExcluirThe Lord of Thrones
É um pouquinho terrorista, sim, Karlinha. E tem filme dele também, mas não sei se tem em português, é que o livro já é antiguinho, foi reconhecido mais agora após de sua publicação recente pela Globo Livros!
ExcluirOi Gabryel
ResponderExcluirObrigada pela ressalva, não vou aceitar a dica dessa vez, com certeza não é pra mim ....sangue e matança to fora.
Beijos.
Leituras da Paty
Ah, tá certa! Melhor não torturar a mente com algo que não gosta. Faria a mesma coisa! Bjs, Paty! Saudades.
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