Aviso importante!

Blog em reforma!

95 das 230 postagens já foram revisadas e já estão disponíveis na linha do blog.
As revisões continuarão!
Por enquanto, as demais postagens seguem alteradas para rascunho e serão publicadas assim que forem sendo revisadas.

Nesse mês de Abril de 2018 ocorrerão as novas atualizações do blog.



Última atualização: 27/Abril/2018 - 12h33



quarta-feira, junho 26, 2013

#Resenha - As Crônicas Marcianas (The Martian Chronicles) - Ray Bradbury

"Não é bastante que já tenham arruinado um planeta? Querem fazer o mesmo com outro? Sujar a casa alheia? Fanfarrões estúpidos"

As primeiras expedições da Terra para Marte acontecem em Janeiro de 1999, onde, na Terra, o calor das naves espaciais transformou o frio do inverno em verão.

Na segunda expedição, a responsabilidade de ir ao planeta vermelho é mais importante, já que na primeira expedição, nenhum dos enviados voltou com respostas e ficaram desaparecidos.
Os quatro astronautas da segunda expedição chegam a Marte, mas são misteriosamente ignorados pelos habitantes do planeta. Os astronautas são dados como loucos pelos marcianos e um tal psicólogo, o Dr. Xxx, habitante do planeta, os apreende e os leva para um Asilo de alienados.

É somente na terceira expedição que os novos tripulantes enviados a Marte são recebidos bem pelos marcianos e com festa. Mas acabam descobrindo que os habitantes do planeta são ninguém menos que seu parentes que já haviam morrido há anos.
Tudo isso chega a ser muito estranho e a alegria dos tripulantes acaba quando não conseguem ficar sem fazer perguntas, até que todas as suas questão acaba por destruir suas falsas alegrias.

Ao decorrer da história veremos Marte sendo colonizado pelos terráqueos e um próprio terráqueo tentando salvar Marte dos habitantes da terra. Mas é só quando os Marcianos são extintos que percebemos que na terra os terráqueos continuam se matando. E nada disso é Spoiler, está descrito com outras palavras na própria orelha do livro, mas para saber o porquê de tudo, é preciso LER o livro.


Quotes: 

"Posso dar-lhe os parabéns? O senhor é um psicótico genial! Fez um trabalho perfeito! A tarefa de projetar sua psicótica vida imaginária na mente de outra pessoa por intermédio da telepatia e conservar as alucinações sem se enfraquecer sensorialmente é quase impossível. Os da casa normalmente se concentram em fantasias visuais ou, no máximo, em visuais e auditivas combinadas. O senhor conseguiu equilibrar todas elas! Sua loucura é lindamente completa"

"Ele e milhares de outros como ele, se tivessem bom senso, quereriam ir para Marte. Pergunte-lhes se não quereriam! Ficar longe de guerras, censuras, estatizações, conscrição, controle governamental disto e daquilo, da arte e da ciência!"

"Eu sei que viemos para cá a fim de fugirmos de coisas como essas: política, bomba atômica, guerra, grupos de pressão, preconceitos e leis. Eu sei. Mas lá ainda é pátria"

 Nota:

As Crônicas Marcianas não foi o que eu achei ou, talvez, tenha esperado que fosse. É um livro de crônicas mesmo, ou quase isso, em que juntos se transformam em uma história episódica. 
 
Não consegui me interessar muito por essa coisa de: hora estar em Marte, hora estar na Terra. Contudo, reconheço que Bradbury quis passar algo muito importante e profundo com isso. Dá pra ver nos quotes que dispus aqui na resenha. 
 
Como supus que acontecesse, eu previ o final corretamente. Era como se eu já tivesse lido o livro, o que me fez admitir “chateosamente” que é um livro de desfecho comum. Mas, mais chato que isso é que o livro não se aprofunda em personagem nenhum. Os personagens mesmo são Marte e Terra, ponto. 
 
Essa leitura teve lá seus trechos fabulosos, quiçá maravilhosos, e com certeza é interessante que leiam. Não é o tipo de livro que me agrada, mas também não é, com toda a certeza, o tipo de livro sem conteúdo e vazio.



domingo, junho 23, 2013

#TFP - Trecho ( O Observatório - Emily Grayson)


Antes de mais nada eu preciso e estou a admitir que não gosto de romances românticos. Mesmo não sendo um fã desses livros "amorzinhos", um deles me chamou atenção quando o li. Trata-se do livro O Observatório, da autora Emily Grayson.

Eu realmente gostei de tal livro, principalmente porque fala muito sobre o universo e o que nele há. Na verdade é porque fala de estrelas!

Abaixo encontrarão alguns dos trechos que me fizeram refletir, concordar e aceitar o ensinamento. Espero poder citar mais trechos do livro ao decorrer do tempo...




"... Mas o universo não é um lugar feliz. Está repleto de violência, de uma violência indescritível. Sabe aqueles documentários de tv sobre animais na selva, quando tudo parece tão tranquilo no território africano? Mas então você se aproxima e descobre que os animais estão sempre perseguindo uns aos outros, e eles precisam fazer isto para sobreviver. - Bem, o universo é bantante parecido, só que um milhão de vezes pior..." - O Observatório (Capítulo 4) Por: Emily Grayson



"As pessoas abandonam umas ás outras; é só isso o que elas fazem" - O Observatório (Capítulo 5) Por: Emily Grayson



"É um mistério a forma como as coisas acontecem" - O Observatório (Capítulo 1), por Emily Grayson

quinta-feira, junho 20, 2013

#Tag 6 - Recomendações e desejos



Três livros que você leu em 2012 e recomenda:
R: Em primeiro lugar: O Observatório, de Emily Grayson. Em segundo lugar: O Cortiço, de Aluízio Azevedo. Em terceiro lugar: O Médico e o Monstro, de Loius Stevenson.

Três livro que você deseja ler em 2013:
R:
Em primeiro lugar eu preciso ler O Pacto, do autor Joe Hill. Em segundo lugar, quero muito ler Desespero, do meu rei Stephen King. E por último e com certeza não menos importante, quero e vou ler O Conde de Monte Cristo de Alexandre Dumas.


quarta-feira, junho 19, 2013

Uma imagem, uma reflexão - Sobre a realidade e a imaginação


Sim. Eu tomo conta da vida dos outros. Procuro saber tudo sobre eles.
Sim, eles!
Os personagens dos livros que abro para ler tão desesperadamente.
Viajar no mundo deles e sair desse mundo rea que é tão sujo e cruel.
Pra mim, o que importa mesmo é a imaginação.
A realidade me deixa louca, a imaginação, me faz são.

segunda-feira, junho 17, 2013

#NaMinhaParede - Mente imaginativa | Uma consideração sobre os escritores


Frases para se escrever/gravar/pôr em lugares bem visíveis.


É certo e sincero que eu tenho uma paixão por quem é escritor. 

Acho maravilhoso quem teve a coragem e a determinação de escrever um livro e correr atras de uma editora para publicá-lo. Eu mesmo conheço alguns escritores e sei bem que a vida deles nunca se resumiu em ficar com a bunda colada na cadeira, escrevendo o dia inteiro sem se preocupar com mais nada da vida.

Um escritor cria um mundo diferente, juntando toda a sua imaginação e seus estudos em uma folha de papel em branco ou em algum programa de computador. Toda essa bagagem toma vida e corre o risco prazeroso de chegar á outros sótãos-cérebros.

Preocupante é saber que um escritor acaba correndo alguns riscos como, o de perder sua vida pessoal, ou o de sofrer ameaças de seus próprios leitores que, ás vezes, esquecem que o autor de seus livros também é um personagem da realidade, com os mesmos problemas ou problemas ainda maiores.

Posso contar, com tristeza, que já conversei com alguns autores que diziam ter medo de muitos de seus leitores por conta de ameaças graves.

Contudo, se um escritor cria, ele recria, e pode também ser uma de suas criações, porquê "um escritor é o homem que ensinou a mente a se comportar mal", então CUIDADO! 

Vamos respeitar os nossos escritores. São eles que nos fornecem passagens para um mundo diferente do mundo mal em que vivemos. E não podemos esquecer que eles, os escritores, são pessoas especiais, pois dividem um mundo inteiro que poderia ser só deles.


sábado, junho 15, 2013

#Resenha - Saco de Ossos (Bag of bones) - Stephen King


Quem sabe talvez exista mesmo fantasmas e não seja  apenas algo da nossa imaginação do qual sentimos medo mas acreditamos não existir.



Michael Noonan é um escritor de livros de suspense de segunda categoria que começa a sofrer um "bloqueio de escritor" após perder sua mulher Johanna.
Após essa perda, a vida de Mike se torna monótona e angustiante, e com o seu bloqueio para escrever, Noonan começa a perder grandes oportunidades.


Para tentar resolver esse problema, Mike resolve passar um tempo em sua casa do lago. Um lugar onde ele e sua mulher passavam suas férias e eram felizes. Uma casa que levava o nome de Sara Laughs.
Mas Sara talvez não tenha sido uma ótima ideia de Mike.


Ao invés de seus problemas se tornarem menores, o escritor irá ver seus problemas aumentarem. Se antes a ideia era encontrar o antigo conforto e paz de Sara Laughs, agora ele encontrará a casa atormentada por antigos residentes vivos e mortos, e além disso se envolverá em problemas que o fará ter vários novos inimigos, como por exemplo o velho Max Devore e um advogado chamado John Storrow.


Quando para Mike tudo parece se resolver, outros problemas surgem e envolvem um passado que ele nunca percebera. Um passado escondido pela sua falecida esposa Jo que, mesmo depois de morta, vai tentar ajudá-lo. Um misterioso caso que é a explicação de tudo o que Michael Noonan está passando, envolvendo vários de seus ancestrais. 
Mas é o entendimento de seu passado que o explicará tudo.




Algo mais:

Stephen King me fascina.
Mesmo tendo sido um livro que tive de ler ás pressas para devolver á biblioteca, ainda assim foi de um impacto muito interessante.
É apenas a segunda vez que eu leio uma obra do mestre e já tenho a certeza de que ele é um dos meus autores favoritos. Ler Saco de Ossos me deu até formigamento no cérebro. Senti medo, pavor e até arrepios.
Em vários momentos da leitura eu fiquei confuso, porque eu não conseguia encontrar uma explicação para X e Y sem antes ter recebido o alfabeto inteiro. Mas então o final do livro trouxe todos os pontos que precisavam, mas também trouxe um medo que permanece...

...é como se Sara estivesse me espreitando enquanto eu durmo, e então ela me acordará com aquela sua risada fatal cheia de dentes brancos, e me fará vê-la em seu corpo atraente de pele negra.. depois disso me encherá de pavores e me revelará sua personalidade vingativa e sem escrúpulos.



Recomendo a leitura aos bons!
Quer impacto? Leia Terror

quinta-feira, junho 13, 2013

#Tag 5 - Meus hábitos de leitura




• Tens o hábito de comer enquanto lê? Se sim, qual a tua comida favorita?
R: Não sou fã de comer lendo não, até porque já tive danos horríveis. Se sinto fome, eu paro a leitura. Bem simples.


• Qual é a tua bebida favorita para acompanhar uma leitura?
R: Assim como não sou fã de comer enquanto leio, eu também não costumo beber nas minhas leituras. Mas talvez um chocolate quente ou água sejam boas escolhas.


• Costuma sublinhar uma ou outra passagem enquanto está lendo um livro ou acha que escrever nos livros é uma ideia abominável?
R: No dia que eu escrever ou sublinhar um livro eu mesmo serei abominável. Eu sempre deixo um papel ou bloquinho ao lado e uma caneta. Ou uso post'ts.


• Como marca o livro quando interrompe a leitura? Tens um marcador especial ou usa o que tiveres à mão (ex. um papel dobrado, etc.)? Ou dobra o canto da folha?
R:  Dobrar o canto da folha, nunca. Uso um marcador, se não encontrar, uso qualquer coisa que possa identificar onde estou na leitura.


• Qual teu gênero literário favorito: ficção, não ficção ou ambos?
R: Não ficção.


• Gosta de ler até o fim do capítulo ou interrompe a leitura em qualquer parte do livro?
R: Prefiro ler até o fim do capítulo, mas não é sempre que dá.


• Tens o costume de procurar o significado das palavras que desconhece quando as encontra no decorrer da leitura?
R: É um hábito ruim, mas eu quase sempre paro minha leitura pra procurar uma palavra que eu não conheço.


• O que você está lendo no momento?
R: Um livro de Ray Bradbury.


• Qual foi o último livro que compraste?
R: "Quem matou Grace Urich?", de Roma Greth.


• Costuma ler um livro de cada vez ou tens o hábito de ler vários livros ao mesmo tempo?
R:Geralmente dois de cada vez, no máximo.


• Tens um local favorito ou uma hora específica do dia para ler?
R: Leio onde está disponível, mas prefiro ler a noite.


• Prefere series ou histórias únicas?
R: Tem coisa melhor que séries!?


• Tens algum livro ou autor preferido que não se cansa de recomendar para os outros?
R: Tenho muitos autores preferidos, mas sempre recomendo Conan Doyle.


• Como organiza a tua biblioteca/estante? Por nome, por título, pelo nome do autor ou pela editora?
R: Por tamanho. E separo os estrangeiros dos nacionais.



terça-feira, junho 04, 2013

#NaMinhaParede - Uns Criam, outros copiam

Frases para se escrever/gravar/pôr em lugares bem visíveis.


Essa frase não só me faz lembrar que eu sou e preciso ser sempre um sonhador, como também me leva a não esquecer que todas as nossas criações podem ser plagiadas.
Nós, que somos blogueiros, sentimos uma certa insegurança de expor nossas ideias, nossos textos e todas as criações que trabalhamos com tanto cuidado até tornarmos públicas. Internet á fora podemos encontrar os chamados haters ou outros que vivem do crtl c / crtl v, do roubo e do atrevimento.
Porém, nós, que somos sonhadores, nunca devemos ter o "desistir" como opção. Precisamos confiar no nosso trabalho e não deixar esses "outros" tirar de nós a capacidade de sonhar.


segunda-feira, junho 03, 2013

#TFP - Trecho (Saco de Ossos - Stephen King)


"Não peço ajuda às pessoas. Não é pelo modo como fui criado, pelo menos acho que não; é pelo modo como fui feito. Johanna disse certa vez que se, eu estivesse me afogando no lago de Dark Score Lake, onde temos uma casa de veraneio, eu ia preferir morrer silenciosamente a 15 metros da praia do que gritar por socorro. Não é uma questão de amor ou afeição. Consigo das os dois e também recebê-los. Sinto dor, como qualquer outra pessoa. Preciso tocar e ser tocado. Mas, se alguém me pergunta "Você está bem?", não consigo dizer não. Não consigo dizer ajude-me."

Saco de Ossos (Capitulo 1 - Página 18) Por: Stephen King


domingo, junho 02, 2013

Curiosidade sobre a série Revenge


A minha atual série favorita não cansa de surpreender.

A última grande surpresa foi saber que a série foi baseada no livro O Conde de Monte Cristo, do autor Alexandre Dumas.

Dá pra acreditar?


sábado, junho 01, 2013

#Resenha - Angústia (Misery) - Stephen King


"Ao lado de uma dessas cartas, Annie escrevera uma frase patética, numa luta trêmula, muito diferente da sua habitual caligrafia firme: Pedras machucariam meu corpo; palavras jamais me atingem" Página 443; E-book

Annie Wilkes, que mulher maldita!

Paul Sheldon, um escritor mundialmente conhecido pelos seus Best Seller Misery, acorda num quarto desconhecido com fortes dores nas pernas.
Mas ele não sabia o que realmente estava acontecendo.
A caminho do Colorado em seu Camaro, Paul havia sofrido um grave acidente que deslocara a sua bacia, esmagara o seu joelho e quebrara as suas pernas.
Mas Annie Wilkes, que diz ser sua fã número um, o encontrou e se tornou sua "enfermeira".

"Estou numa encrenca: essa mulher não é boa da cabeça" Página 39; E-book

Paulie, graças a Annie, se tornou dependente  de um remédio de alta dosagem de codeina chamado Novril. Annie não era apenas sua fã número um, além de se mostrar uma enfermeira capacitada, ela também administrava muito bem objetos nada femininos como por exemplo um machado e uma maçarico, e Paulie descobriu isso da pior forma.
Annie Wilkes não mentiu ser fã número um de Paul, mas mentiu com relação a sua capacidade de cuidar de alguém. Após ler o manuscrito de mais um livro de seu escritor favorito e agora um enfermo aos seus cuidados, Wilkes não gosta do que lê e queima o livro em que Paul colocou tudo de si, tudo porque ela achou o livro sujo.

"- Sim, Paul - rebateu Annie - Ele é obseno, e além disso, não é bom." Página 112; E-book

A angústia de Paul e também do leitor piora quando Annie descobre que no final do livro de sua personagem favorita Misery, ela morre. Wilkes então força Paul a escrever um Retorno de Misery e dá a ele uma maquina de escrever que não tem a letra N
E então, num jogo de "Você consegue?", Paul dará todas as suas forças para escrever esse maldito livro.
O problema mesmo é o processo de escrita, porque Annie se transforma cada vez mais numa vadia louca e a gente vai se sentido cada vez mais angustiado com todas as tentativas de Paul de conseguir ter sucesso em alguma coisa. A gente só quer que ele saia de toda essa situação.


Minha Opnião:

A leitura desse livro foi sensacional!
Stephen King foi uma revelação de escritor pra mim.
Neste livro ele criou um personagem escritor e uma leitora maluca, dois tipos de personalidade que impactaram a minha leitura.
Nunca achei que eu fosse me apaixonar pelo gênero do terror, mais do que isso, eu adorei Stephen King e já estou pronto pra mais livros desse rei.